sábado, 7 de setembro de 2013

As quatro fases na vida de um protetor


Achamos este texto na internet escrito por um Protetor americano chamado Fakkema. Ele escreveu na esperança de ajudar seus colegas a acelerarem seus próprios progressos em direção a uma vida mais tranquila e produtiva. 

Ele diz que os Protetores vivenciam quatro fases: a otimista, a pessimista, a raivosa e a da paz.Na otimista acreditamos que vamos mudar o mundo. Na pessimista nos damos conta da nossa humanidade e perdemos a esperança. Na raivosa, odiamos a nossa impotência e descarregamos essa raiva ao nosso redor. Na última fase descobrimos que mudamos o mundo uma ação por vez e que podemos – e devemos – ter outros interesses e prazeres que não apenas aqueles ligados à causa animal.   

Nossa tristeza vem da certeza de que não estaremos vivos para ver o florescer desta nova era. Nossa alegria vem da convicção de que estamos participando da construção de um mundo muito melhor, mais justo e que nosso trabalho hoje é peça fundamental para que isso aconteça.  

A maioria de nós, que trabalha em prol dos animais e dedica sua vida a eles, passa por estas quatro fases na evolução de nossa carreira. Cada um tem sua história, mas o processo é similar. Se sobrevivermos a este processo, conseguimos valorizar o que já conquistamos e o que queremos de verdade.

Fase 1 - Determinados, estamos decididos a mudar o mundo. 
Sabemos que podemos fazer diferença, que nossos esforços em favor aos animais vão aliviar suas difíceis condições. Trabalhamos o que parecem ser 25 horas por dia e ainda assim estamos com energia. Nosso entusiasmo ultrapassa os limites, nossa capacidade de aceitar desafios é infinita.

Comemos, dormimos e vivemos para a causa animal. Nossos amigos não entendem nossa obsessão e afastam-se, ou nós os abandonamos, pois encontramos novos amigos. Alguns, contudo, não fazem novos amigos, estão muito ocupados trabalhando na causa animal.

Alguns de nós eremitas, apenas a companhia dos cães e gatos os separam do total isolamento. Todavia estamos satisfeitos porque trabalhamos para uma causa. Em nosso entusiasmo tentamos encontrar soluções simples para problemas complexos - Todos os animais devem ser castrados - Nenhum animal deve ser sacrificado!

Estamos sempre atrasados porque tentamos resgatar animais de estradas e ruas. Achamos que entendemos o problema e sabemos que podemos solucioná-lo, basta as pessoas que não ajudam saírem do nosso caminho.

Fase 2 – Culpamos-nos pelo insucesso. Isto nos destrói... 
Nosso entusiasmo inicial tornou-se amargo. Vemos as mesmas pessoas abandonando animais. Elas não ouvem nossa mensagem. Até mesmo nossos amigos (aqueles que ainda não nos abandonaram) não compreendem nossa angústia. Parece que não conseguimos mudar nada, nem ninguém.

Os animais ainda são maltratados e negligenciados. O sofrimento dos animais continua apesar de todos os nossos esforços. Perdemos a energia sem fim que tínhamos na antes. Não queremos mais falar sobre o trabalho, e nem mesmo admitimos onde trabalhamos. Estamos cansados todo o tempo. Parece que passamos o dia todo na luta em prol aos animais. Quando chegamos em casa fechamos as portas, desligamos a secretária eletrônica e fechamos as persianas. Estamos muito exaustos para cozinhar, partimos para fast food, pizza, batatas fritas ou chocolates.

Alguns de nós compram objetos desnecessários que nem ao menos podem pagar. Alguns partem para o alcoolismo para tentar afastar o sentimento de desesperança.

Ignoramos nossa família e até mesmo nossos próprios animais não têm mais a atenção devida. Parece até que não temos forças para por em ação nenhuma das mudanças que nos impulsionaram na fase 1. Ficamos horrorizados com o trabalho que fazemos. Até mesmo nossos sonhos são repletos de horrores. Cada animal que resgatamos e sacrificamos é um lembrete de nosso fracasso.

De alguma forma nos culpamos por todo este insucesso. Isto nos destrói...

Nosso escudo de defesa torna-se cada vez mais alto, bloqueando a dor e a tristeza. Apenas ele faz nossas vidas de alguma forma mais toleráveis.

Apenas continuamos porque dentro de nós ainda resta uma fagulha da fogueira de energia da fase 1.

Fase 3 - Estamos enlouquecidos de raiva.
A depressão da fase 2 transformou-se em raiva. Estamos enlouquecidos de raiva. A desesperança chegou ao limite! Começamos a odiar as pessoas. Toda e qualquer pessoa, com exceção daqueles que dedicam suas vidas em prol aos animais da mesma forma que nós fazemos.

Odiamos até mesmo nossos companheiros de causa quando ousam nos questionar. Especialmente sobre sacrificar animais. Ocorre-nos: “ Vamos sacrificar os proprietários, não os animais! Vamos sacrificar aqueles que maltratam e abusam dos animais no lugar deles!”

Nossa fúria expande-se para nossa vida particular. Para o cara no trânsito. Aquele que está em nosso caminho na rua. Pensamos:” Vamos sacrificá-los também!”

Odiamos políticos, TVs, jornais, nossa família. Todos são alvos de nossa fúria, desprezo e ódio. Perdemos nossa perspicácia e eficiência.

Não conseguimos nos reconectar com a vida. Até mesmo os animais que acolhemos parecem de certa forma distantes e irreais. A raiva é a única ponte para nossa caridade. É o único sentimento que penetra em nosso escudo.

Fase 4 - Enfim reconhecemos nosso verdadeiro potencial para ajudar os animais. 
Eu sei que estive em todas as fases em meus trinta anos de proteção animal e a fase 4 é, de longe, o melhor ponto a se atingir. Algumas pessoas estacionam na fase 1 (fanáticos) ou 2 (depressivos) ou 3 (irados). Alguns voltam da 4 para a 2 e a 3, ou ainda, da 4 para 3 ou da 4 para a 2.

Alguns abandonam o trabalho voluntário durante as fases 2 e 3 e nunca mais voltam. Alguns conseguem passar para a fase 4 rapidamente, enquanto outros levam anos. Alguns nunca atingem a paz que os permite seguir servindo ao trabalho voluntário. Eles atuam a vida inteira no frenesi da fase 1 ou estacionam definitivamente deprimidos ou raivosos.

Com o tempo, a depressão da fase 2 e a raiva da fase 3 podem tornar-se renovadas através de uma nova determinação e compreensão de qual é realmente nossa missão. Esta é a fase 4.

Percebemos que trabalhamos de forma mais efetiva localmente e em alguns casos regionalmente, ou até mesmo nacionalmente. Não resolvemos o problema (quem poderia?), mas fazemos uma grande diferença para dúzias, centenas e até milhares de animais. Mudamos a visão daqueles que nos rodeiam a respeito de proteção aos animais. Começamos a compreender qual é o papel mais adequado para nós na sociedade, e começamos a perceber que somos mais eficazes quando balanceamos nossa vida pessoal e vida de voluntário.

Compreendemos que o voluntariado não deve preencher todo o nosso universo. Se dermos a devida atenção também a nossas vidas, podemos ser mais eficientes no voluntariado em prol aos animais.

Férias e Finais de Semana devem ser curtidos! Ao voltarmos estamos renovados e prontos para encarar os desafios diários. Vemos que as pessoas não são tão más. Percebemos que a ignorância é natural e na maioria dos casos é curável. Sim, existem pessoas realmente más que abusam e negligenciam os animais, mas são minoria. Não os odiamos.

Reconhecemos que as soluções são tão complexas quanto os problemas e trazemos um grande número de ferramentas para solucionarmos esses problemas. Nossos escudos se abaixam. Aceitamos que tristeza e dor são parte de nosso trabalho. Damos um pequeno passo por vez.

Paramos de mascarar nossos problemas com drogas, comida ou isolamento. Enfim reconhecemos nosso potencial para ajudar os animais. Estamos mudando o mundo. 


Autor: *Douglas Fakkema, publicado na revista Animal Sheltering de Abril de 2001. Tradução: Janaína Brasílio 

*Doug Fakkema conduz palestras sobre métodos de eutanásia para animais nos Estados Unidos. Atuou como diretor dos abrigos de Oregon e California por 19 anos.

domingo, 4 de agosto de 2013

A cruel realidade da criação de porcos




A origem do porco doméstico é o javali europeu e, sua domesticação remonta a 5000 anos a.C., e é creditada aos chineses. Os gregos criavam porcos e os destinavam a sacrifícios consagrados aos deuses Ceres, Marte e Cibele.

O consumo da carne de porco, sempre gerou  polêmicas. Moisés e Maomé, por exemplo, proibiam o uso de carne de porco na dieta humana, porque alegavam que era nociva à saúde. Os romanos foram grandes consumidores de carne suína – nos festins ou regularmente, pelos nobres e a plebe. Os ibéricos e gauleses também criavam porcos e, Carlos Magno indicava o consumo de carne de porco aos seus soldados e seguidores. Na época, chegaram a ser editadas leis que puniam com severos castigos os ladrões e matadores de porcos.

Na América, foi o descobridor Cristóvão Colombo, quem introduziu os primeiros animais, em 1493, na região de São Domingo. Dessa ilha, foram levados para a Colômbia, Venezuela e Equador, espalhando-se por todo o continente americano.

No Brasil, os primeiros suínos chegaram ao litoral paulista em 1532, trazidos pelo navegador Martim Afonso de Sousa e, logo em seguida, à Bahia.

Hoje, há noventa raças conhecidas, com mais de duzentas variedades.

Atualmente, em muitos países, os porcos, estão sendo criados como animais domésticos de estimação, por demonstrarem inteligência e emoções – não sendo mais só  encarados como “comida”. Os porcos que vêm sendo utilizados como animais domésticos são o porco do Vietnã ( ele atinge cerca de 20 kg), e o mini porco.

Porcos e suas características (síntese de textos):


A alimentação do porco é constituída, principalmente, de verduras, legumes e grãos. Os porcos vivem de 15 a 20 anos;

É possível treinar este animal, tal como se treina um cão. Um porco aprende a fazer as necessidades em determinado espaço, a andar de coleira e até mesmo a fazer truques ou responder a comandos;

A curiosidade do porco leva-o a participar de brincadeiras, e também a explorar tudo o que o rodeia com o seu focinho;

São afetuosos e brincalhões;

As fêmeas têm um temperamento meigo. Gostam de ter a companhia de outros da mesma espécie;

Porcos são  mais inteligentes do que  cães e  golfinhos;

Porcos têm um alto grau de autoconsciência e maior capacidade de interação do que certos humanos com lesões cerebrais ou em estado de senilidade;

Porcos têm linguagem. Com frequência atendem quando são chamados (por humanos e por outros porcos), gostam de brinquedos (e têm seus favoritos) e são capazes de jogar videogames com controles adaptados aos focinhos;

Têm grande autonomia, tomando as suas próprias decisões de modo a conseguirem alcançar os objetivos que pretendem;

Animais admiráveis, os porcos sonham, reconhecem os seus nomes, gostam de ouvir música, de brincar com bolas e outros objetos e, à semelhança dos humanos, gostam muito de receber massagens;

Porcos têm a necessidade de explorar o seu ambiente, o que tanto gostam de fazer, recorrendo grandemente ao seu nariz tão sensível, dada a sua enorme capacidade olfativa.

São animais que criam laços de amizade fortes e que se protegem uns aos outros. Capazes de reconhecer entre 20 e 30 indivíduos diferentes, incluindo humanos, os porcos habitualmente cumprimentam os seus amigos por contato nariz a nariz ou emitindo sons de saudação;

Nos períodos de acasalamento, os porcos machos têm uma “música de acasalamento” especial com a qual chamam e atraem as fêmeas. Há estudos que demonstram que os porcos têm vidas sociais muito organizadas e complexas que antes só se tinham observado em primatas.

Ele atinge a maturidade sexual bastante cedo, apesar de fisicamente só se tornar adulto aos seis anos de idade;

As porcas são mães muito cuidadosas, podendo caminhar entre 5km a 10km para encontrar um espaço isolado e protegido para construírem um ninho seguro onde têm  suas crias. A mãe e  seus leitões mantêm contato através de diversos  sons com significados diferentes e essenciais para a sua complexa comunicação. Os leitões são gradualmente cuidados pela mãe durante cerca de 17 semanas mas podem ficar com as suas mães apenas até atingirem a maturidade sexual, o que acontece entre as 8 e as 10 semanas;

Durante a sua infância e juventude, e durante basicamente todas as suas vidas, procurarão brincar com outros porcos sempre que puderem – é também algo que estimula a sua inteligência notável;

De acordo com estudos científicos, os porcos são mais inteligentes do que crianças de 3 anos de idade;

O porco é o único animal que se queima com o sol além do homem.

Como a nefanda indústria alimentícia trata os porcos (síntese de textos):



Porcos de granja normalmente são abatidos quando chegam a cerca de 100 kg. Se continuassem a viver, poderiam passar dos 350 kg;

É prática generalizada os porquinhos serem cruelmente mutilados sem anestesia logo depois de nascerem. As caudas são amputadas e os dentes são cortados para minimizar os ferimentos que os porcos possam fazer uns aos outros. Os machos destinados ao consumo são castrados. Não lhes são dados quaisquer analgésicos para os aliviar do sofrimento em nenhuma destas amputações extremamente dolorosas;

Os leitões são habitualmente separados das suas mães depois de 2 a 4 semanas de vida, e são alojados com outros leitões que não conhecem. Se separados muito cedo, eles chamam pelas mães com sons frequentes e distintos e, em alguns casos, parecem mesmo desistir de viver;

Por conta própria, os leitões tendem a ser desmamados com cerca  de 15 semanas, mas nas granjas industriais eles são desmamados com 15 dias – com essa idade, não conseguem digerir direito comida sólida, por isso recebem remédios contra diarreia;

Uma série de antibióticos, hormônios e outros produtos farmacêuticos na comida dos animais mantém a maioria deles viva até o abate, a despeito das condições de higiene e confinamento em que são mantidos;

Vivendo em espaços de cimento, sem qualquer elemento mínimo de enriquecimento, nunca é dada a oportunidade de fazer o que de mais basicamente necessitariam: explorar o ambiente e o solo, correr, tomar banhos de sol ou de lama, ou, sequer, respirar ar fresco;

As porcas passam a maior parte das suas vidas em celas de gestação – tão pequenas, que elas mal se conseguem mexer e muito menos virar-se. São continuamente engravidadas, até que sejam abatidas. Às porcas usadas para criação mantidas ao ar livre são muitas vezes aplicadas argolas no nariz para impedi-las de tentarem procurar raízes (escavando na terra), o que é extremamente doloroso para estes animais com narizes tão sensíveis e que precisam tanto  ter a oportunidade de explorar o solo. Uma porca mantida numa cela vazia, com chão de cimento, tentará sempre ter o mesmo tipo de comportamento e de movimentos como se estivesse  tentando construir um ninho, mesmo que esteja fisicamente impedida de o fazer e mesmo sem ter quaisquer condições para tal. Os porcos machos são mantidos solitariamente em celas para lhes ser retirado o sêmen;

É muito comum os porcos sofrerem de pneumonia e outras doenças, bem como apresentarem diversos ferimentos físicos. Para minimizar os riscos de doenças, são-lhes administrados rotineiramente antibióticos;

Contrariamente à fama que têm, os porcos são animais muito asseados. Eles gostam de chafurdar na lama, sobretudo para se refrescarem nos dias mais quentes (e porque suas peles se queimam ao sol). Os porcos não conseguem suar, por isso chafurdam na lama para se refrescar. Se tiverem espaço, os porcos nunca fazem as necessidades junto do local onde comem ou dormem. No entanto, nas explorações da indústria, são obrigados a viver permanentemente em cima das próprias fezes e da própria urina;

Não é incomum porcos aguardando o abate terem ataques cardíacos ou perderem a capacidade de se locomover;

As vidas dos porcos são abrupta e violentamente interrompidas depois de uma curta existência. Na natureza, os porcos poderiam viver até os 15 anos de idade. Depois do sofrimento também no transporte, os porcos são mortos nos matadouros por sangria, através do corte da jugular, depois de terem sido eletrocutados para ficarem atordoados. Por causa dos ineficazes métodos de atordoamento, muitos porcos ainda estão vivos quando são atirados para dentro de água  fervente, que  serve para lhes retirar os pelos do corpo e para lhes amaciar a pele. Quando são mortos, os porcos machos ainda são pouco mais velhos do que bebês – têm apenas cerca de seis meses de idade;

A suinocultura se expandiu  no mundo inteiro, com exceções de alguns países da África e do Oriente Médio, porque o Islamismo proíbe o consumo de carne de porco. Com 38 milhões desses animais, o Brasil é o quinto maior produtor de carne suína do mundo, atrás de China, EUA, Alemanha e Espanha. 



O princípio mais elementar, mais básico em relação à alimentação, diz respeito à sensibilidade para com as outras formas de vida – nossa relação com outros seres vivos e a sua utilização como alimento. O abate animal sempre envolve dor e violência. Para quem é abatido, não existe “abate humanitário”. O princípio holístico de compromisso com a vida envolve integração e compaixão. A postura contra a violência deve traduzir-se na incompatibilidade, na incongruência do consumo de carnes – qualquer carne, e seus produtos. A abstenção da carne não é uma restrição alimentar, uma dieta – torna-se um ideal. Para o vegano, não comer carne é uma das leis da própria existência, lei fundamental para que esta se mantenha. Deve-se ser holístico, na compreensão de que as ações (também o ato de comer) refletem nossa posição em relação à vida e ao mundo como um todo. Temos liberdade que, nada mais é, do que a consciência das alternativas e das possibilidades das escolhas. A liberdade é, na realidade, uma das contingências da consciência. Liberdade de escolha é estar vinculado ao fluxo da vida e à nossa própria integridade. Aquilo que ingerimos passa a fazer parte de nós – temos a liberdade e a capacidade de escolher não ingerir dor nem violência. É uma responsabilidade que, devemos ter conosco. 

A alimentação é nosso maior comprometimento com nossos corpos e com nossas almas.


Por Martha Follain (da Redação) /Anda

Macaco criado como filho é arrancado do seio familiar após quase 40 anos de convivência


Isso é uma palhaçada. Retiram um animal que está há tantos anos com uma família e sendo tão bem tratado e ainda a pobre mulher terá que responder por crime?!?!?! R I D Í C U L O ! ! ! Enquanto isso, os verdadeiros bandidos, humanos degradantes que maltratam perversamente os animais, continuam impunes, praticando atos bárbaros e vitimando cada vez mais inocentes. Ô "Brasilzinho" de merda esse, viu.

Que os amigos internautas perdoem meu desabafo, mas, às vezes, não dá para segurar. 

Conheçam o caso e, por favor, digam o que vocês pensam sobre isso, ok!


Mais detalhes aqui:


Se você também entender que o pobre macaco não sobreviverá à saudade após essa separação absurda, assine a petição e compartilhe muito!!!

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Para o fim das vacas fistuladas pela Embrapa


Os animais fistulados servem como cobaias para a investigação e experimentação cientifica. As vacas fistuladas, também chamadas de vacas com janelas, são vacas com um buraco no estômago, criado cirurgicamente para se observar o processo digestivo. 


Esta técnica permite aos investigadores aumentar a longevidade do período leiteiro de uma vaca e observar a rapidez com que ela digere os alimentos, observando os processos químicos que cada alimento sofre. Através deste processo os produtores de leite sabem qual o ritmo de “produção” de leite de uma vaca, permitindo alterar a sua alimentação nos diferentes dias de produção. 

Além da produção do leite, a pesquisa numa vaca permite conhecer o período em que o animal irá ter o peso ideal, com a carne mais macia e com mais proteínas. 

Não consigo compreender porque insistem em continuar a usar animais para experimentação e consumo massivo, já é um dado adquirido que muitas experimentações em animais quando testadas em humanos não funcionam. 

Pessoas sensíveis melhor não ver o vídeo: 

Se você se importa assina a petição:

sociedadevegan

Direitos dos Animais

Nota do Blog:

AS VACAS, COMO QUAISQUER OUTROS ANIMAIS, SÃO SERES VIVOS QUE, COMO QUALQUER "HUMANO", SENTEM DOR, MEDO E TODAS AS NECESSIDADES DE UM TÍPICO SER VIVENTE. SOMENTE OS IDIOTAS PENSAM DIFERENTE E DEFENDEM QUE ATROCIDADES CRIMINOSAS COMO ESSAS CONTINUEM SENDO PRATICADAS IMPUNEMENTE. AINDA QUE MUITO E MUITO VAGAROSAMENTE, PARTE DA HUMANIDADE NA TERRA TEM EVOLUÍDO E É SIMPLESMENTE IMPOSSÍVEL CONTINUAR ACEITANDO QUALQUER ESPÉCIE DE MAUS TRATOS ANIMAIS. PRECISAMOS CESSAR ESSE HOLOCAUSTO INSANO. PARA MIM, OS HOMENS QUE PRATICAM E ACEITAM PROCEDIMENTOS COMO ESSES E SIMILARES DEVERIAM CEDER A SI MESMO ENQUANTO COBAIAS PARA VER SE SENTINDO NA PELE O QUE SENTEM NOSSOS IRMÃOS ANIMAIS MESMO ASSIM SE COMPORTARIAM DA MESMA FORMA. E A RESPOSTA FOSSE POSITIVA, O PROBLEMA SERIA DE CADA UM QUE, DE LIVRE E ESPONTÂNEA VONTADE TERIA TOMADO A SUA ESCOLHA EM VEZ DE CERCEAR A LIBERDADE E CEIFAR LENTAMENTE A VIDA DE UM ANIMAL POR INTERESSES PRÓPRIOS, TODOS TÃO TORPES. TORPES SIM, PORQUE, NO FUNDO, TODOS SABEM NÃO VISAM O BEM ESTAR DOS HOMENS, MAS SIM O LUCRO INCESSANTE E FAMIGERADO. ENFIM, PIMENTA NOS OLHOS DOS OUTROS É REFRESCO, NÉ? MAS, NÃO SERÁ SEMPRE ASSIM. NÃO MESMO.

"Quanto mais conheço os homens, mais me enojo." 

segunda-feira, 29 de julho de 2013

CARTA DE UM CÃOZINHO NO CCZ



Queridos,

Mamãe e papai, eu morri hoje! 

Vocês se cansaram de mim e me levaram para o abrigo. Eles estavam superlotados e eu não tive tanta sorte!

Estou em um saco plástico preto em um aterro sanitário agora. Algum outro cachorro do abrigo irá usar a minha correia mal utilizada que você deixou. Minha coleira estava suja e pequena demais, mas uma senhora levou-a antes de me enviarem para a Ponte do Arco-Íris.

Eu ainda estaria em casa se não tivesse mastigado seu sapato? Eu não sabia o que era, mas era de couro, e estava no chão. Eu estava apenas brincando.

Você esqueceu de me comprar brinquedos de cachorro. Eu ainda estaria em casa se tivesse sido domesticado? Esfregar meu nariz no que eu fiz de errado, só me fez sentir vergonha de todos, mas não me fez aprender!

Existem livros e professores que ensinam a obediência, e que teriam lhes ensinado como eu poderia aprender a ir para a porta. Eu ainda estaria em casa se não tivesse trazido pulgas para casa? Sem usar um anti-pulgas, eu não podia tirá-las de mim, depois que você me deixou sozinho no galpão por alguns dias.

Eu ainda estaria em casa se não tivesse latido? Eu só estava dizendo: "Estou com medo, eu estou sozinho, estou aqui, estou aqui! Eu quero ser seu melhor amigo."

Será que eu ainda estaria em casa se tivesse feito você feliz? Bater-me não me fez aprender.

Eu ainda estaria em casa se você tivesse tido tempo para cuidar de mim, e ensinar-me boas maneiras?

Você não prestar atenção em mim após a primeira semana eu até entenderia, mas eu gastei todo o meu tempo esperando por você para me amar! 

Eu morri hoje!

Com amor... seu cão.

(Autor Desconhecido)

* Pense nisso!!!